Braaaaainssss

Plants vs Zombies: Garden Warfare

Por: Isabel Gomes.

Que zumbis adoram cérebros todo mundo sabe. E não é diferente em Plants vs Zombies. Nesse game de tower defense multi plataforma desenvolvido e publicado pela PopCap Games, o jogador deve defender sua casa de uma horda de zumbis que pretendem justamente devorar seu cérebro. E é aí que entram as plantas. Esqueça as balas, flechas e facões. É com girassóis, plantas carnívoras, nozes e cerejas-bomba que você protege seu jardim da frente, quintal e até mesmo telhado dos ataques dos mortos vivos.

Plantsvszombies

O jogo, lançado em 5 de maio de 2009, foi muito bem recebido pela crítica e nomeado a diversos prêmios na Interactive Achievement Awards, recebendo ainda elogios pela trilha sonora. Em maio de 2013 foi lançado Plants vs Zombies Adventures para Facebook publicado pela Eletronic Arts e em 15 de agosto do mesmo ano saiu a continuação Plants vs Zombies 2: It’s About Time. Em 2014 a versão para Facebook foi removida e veio para Xbox 360, Xbox One, PC, PS3 e PS4 Plants vs Zombies: Garden Warfare, um multiplayer de tiro em terceira pessoa. O pessoal da Eletronic Arts prometeu ainda uma continuação para Warfare em 2016.

Plants vs Zombies: Garden Warfare
Plants vs Zombies: Garden Warfare

Não é à toa que o jogo fez tanto sucesso. Ele conta com quatro modos: Adventure, Mini-Games, Puzzle e Survival, além de um catálogo com informações sobre todas as plantas e zumbis encontrados e até um jardim zen! E não bastasse tudo isso, ainda é divertido e recheado de referências culturais como, por exemplo, os três mini-games Zombiquarium, Beghouled e Beghouled Twist inspirados em outros jogos da PopCap (Insaniquarium, Bejeweled e Bejeweled Twist), Portal Combat fazendo referência a Portal e Mortal Kombat e I, Robot e Led Zeppelin sendo lembrados em I, Zombie e Dead Zeppelin. É claro que não podíamos deixar de mencionar Dancing Zombie, que conjura um exército de zumbis bailarinos enquanto dança e lembra (e muito!) o videoclip Thriller, de Michael Jackson. No catálogo, sua descrição é a seguinte: “Qualquer semelhança entre o Zumbi Dançarino e pessoas vivas ou mortas é mera coincidência”.

Dancing Zombie
Dancing Zombie: é ou não é a cara do rei do pop?

Se você também ama essas plantinhas fofinhas (mas super letais) e os irritantes zumbis, a Player 2 tem uma dica: deixe eles entrarem em sua casa! Não, é sério! Ninguém vai tentar devorar seu cérebro. Também não vai ter ervilhas voando pra todo lado. Muito pelo contrário: sua casa vai ficar mais colorida e divertida com os ímãs Plants vs Zombies! É só passar na nossa loja e montar seu arsenal de plantas e cogumelos!

Fonte: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Plants_vs._Zombies&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/Plants_vs._Zombies&gt;

<http://plantsvszombies.wikia.com/wiki/Main_Page&gt;

Anúncios

As songs de The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Artwork da Ocarina of Time

Por: Luiza Gomes.

The Legendo f Zelda: Ocarina of Time é considerado por muitos como um dos melhores jogos de videogame de todos os tempos. Lançado em 1998, foi revolucionário por introduzir elementos que permaneceram presentes nos seguintes jogos da série, como a mecânica do Z-targeting além de um botão de ação que permitia diferentes comandos para diferentes ocasiões – pular ou abrir uma porta, por exemplo. Vale ressaltar que todo o ambiente era em três dimensões (uma novidade e tanto na época!) com áudio e gráficos caprichados que proporcionaram uma verdadeira imersão do jogador de uma maneira completamente distinta de tudo que já havia sido feito antes.

Um dos itens mais memoráveis, como o próprio título do jogo diz é a Ocarina of Time. O instrumento passou por diversas gerações dos membros da família real de Hyrule e, assim como a Song of Time, Master Sword e Spiritual Stones, é uma das quatro chaves que, uma vez reunidas, são capazes de abrir as portas para o Sacred Realm, onde se encontra a Triforce.

Artwork da Ocarina of Time
Artwork da Ocarina of Time

Ao longo do jogo é possível aprender diferentes melodias que, ao serem tocadas com a Ocarina, produzem os mais variados efeitos. Essa ideia deu tão certo que mais tarde também apareceria em Majora’s Mask, The Wind Waker, Twilight Princess e Spirit Tracks. A Zelda’s Lullaby, por exemplo, é utilizada para resolver puzzles como subir ou descer o nível da água no Water Temple ou abrir a passagem para Zora’s Domain. Os botões para se tocar esta song – ←, ↑, → com C-Buttons – forma o desenho da Triforce, muito associado a esta música ao longo do jogo.

Zelda’s Lullaby em Ocarina of Time
Zelda’s Lullaby em Ocarina of Time

Outra song muito útil no jogo é a Epona’s Song. Com ela é possível obter leite das vacas caso Link possua uma garrafa vazia e, também, chamar Epona, a companheira equina que acompanha o herói em suas aventuras. Uma vez libertada do seu cativeiro no Lon Lon Ranch, ela se torna muito útil para viajar por Hyrule, sendo indispensável em algumas side quests. Ela pode ser chamada a qualquer momento mas somente na versão adulta do herói. Seu nome também não foi escolhido por acaso. Epona é, na religião galo-romana, a protetora dos cavalos, burros e mulas, além de ser também a deusa da fertilidade. Uma versão cantada da song, interpretada por Emiko Shiratori foi incluída no Ocarina of Time Re-Arranged Album e você pode conferir o resultado aqui em baixo!

Epona’s Song na voz de Emiko Shiratori

Uma das preferidas de muita gente, a Song of Storms provoca chuva, revela buracos secretos e ainda pode remover a maldição que os Blue Bubbles lançam sobre Link em Majora’s Mask. Com essa música, o herói ainda vivencia o paradoxo de bootstrap (também chamado de ontológico), que consiste em um paradoxo da viagem no tempo em que informações ou objetos podem existir sem terem sido criados. Após serem enviados de volta no tempo, eles são recuperado no presente e se tornam o próprio objeto ou informação que foi inicialmente levado de volta no tempo em primeiro lugar. O Windmill Man ensina a song a Link adulto porque está muito furioso com os efeitos causados pela mesma, quando foi tocada por Link criança. Ao voltar no tempo, o jovem herói usa justamente este conhecimento para tocar a Song of Storms e gerar as consequências que enfureceram tanto o homem do moinho. Outra curiosidade é que a canção que traz a chuva se parece muito com a introdução do tema dos castelos em Super Mario World 2: Yoshi’s Island. Seria mera coincidência?

Tema do castelo/forte em Super Mario World 2: Yoshi’s Island.

Essas são apenas algumas das músicas presentes nos jogos de The Legendo f Zelda. Qual é a sua preferida? Que tal ter um acessório da sua song favorita para leva-la com você o tempo todo? O Player 2 pensou nisso e criou este lindo anel em prata 925 com Epona’s Song e inscrição “Summon her” na parte interna, feito sob encomenda!

anel zelda

Mas se você prefere Song of Storms ou Zelda’s Lullaby não fique triste! Você pode encomendar o seu anel com a song que quiser! É só nos mandar uma mensagem in box pela nossa página do facebook ou enviar um email para comunicaplayer2@gmail.com com o nome da song e o seu tamanho de anel!

Fonte: < http://zeldawiki.org/Ocarina_of_Time_(Item)>

<http://zeldawiki.org/The_Legend_of_Zelda:_Ocarina_of_Time>

<http://zelda.wikia.com/wiki/Ocarina_of_Time>

Brilha, brilha estrelinha

Mario é o Superstar em Mario Party 9!

Por: Luiza Gomes.

A Super Star, Starman ou simplesmente Star está presente nos jogos de Mario desde o primeiro da série – Super Mario Bros. – lançado em 1985 e trata-se de um power up que garante ao herói super velocidade e capacidade de eliminar qualquer inimigo, tornando-o invencível por alguns segundos, enquanto o tema de Starman é tocado. A música que acompanha o efeito deste power up foi tão marcante que continua sendo utilizada até hoje, substituída – estranhamente – pelo Cancan apenas nos jogos Super Mario Land e Super Mario Land 2: 6 Gold Coins. A partir de Super Mario World, a cada oito inimigos derrotados com o poder da estrela, o jogador ganhava uma vida extra.

Tema original de Starman em Super Mario Bros.

Tema de Starman em Super Mario 3D World.

Tema de Starman em Super Mario Land.

Ao longo do tempo a famosa estrela também apareceu em outros jogos do encanador como Yoshi’s Island e Mario Party, com funções um pouco diferentes. No primeiro, as Stars possuem sapatos azuis e podem ser adquiridas jogando ovos ou inimigos dentro de tulipas. Quando Baby Mario cai das costas de Yoshi, o item cria uma bolha em volta do bebê, protegendo-o de inimigos por um tempo determinado. Cada nova estrela coletada adiciona mais dez segundos ao cronômetro, sendo o limite extra de tempo 30 segundos.

As estrelas de sapatos azuis screenshot de Yoshi’s Island As estrelas de sapatos azuis

As estrelas de sapatos azuis e screenshot de Yoshi’s Island

Já a série Mario Party funciona como um jogo de tabuleiro e, ao final de cada rodada há um mini game cujo vencedor ganha moedas que podem ser usadas para comprar estrelas. Cada Star custa, normalmente, 20 moedas e, ao final do jogo, aquele que possuir o maior número de estrelas vence, sendo declarado o Superstar da partida.

Mario é o Superstar em Mario Party 9!
Mario é o Superstar em Mario Party 9!

As estrelas podem garantir a invencibilidade, salvar bebês indefesos e até torna-lo um verdadeiro superstar, mas se você quer brilhar de verdade com um lindo acessório, não perca a chance de adquirir este incrível produto na loja do Player 2!

Mario Star Colar Mario Star Brinco.

Fonte: <http://www.mariowiki.com/Star&gt;

Temos que pegar, pegá-los eu tentarei

Primeiros jogos Pokémon: versões japonesa

Por: Isabel Gomes.

Pokémon, ou Pocket Monsters, surgiu em 1996 como um RPG (role-playing game) para Game Boy. Com 43 jogos no total, a série se expandiu para mangás, jogo de cartas, anime e tornou-se um marco na cultura pop dos anos 90 até 2003. A venda de jogos ultrapassou 180 milhões de unidades ao redor do mundo e a franquia conquistou o posto de segunda mais bem sucedida da Nintendo, atrás apenas de Mario Bros.

Primeiros jogos Pokémon: versões americana Primeiros jogos Pokémon: versões japonesa

 

 

 

 

Primeiros jogos Pokémon: versões americana e japonesa.

Lançados como Red e Green no Japão em 1996, e como Red e Blue nos Estados Unidos em 1998, os primeiros jogos se passavam no continente de Kanto, um lugar onde habitam as 151 espécies de Pokémon. É então que, na Cidade de Pallet, o Professor Oak apresenta os icônicos Bulbasaur, Squirtle e Charmander e a difícil decisão de escolher apenas um deles. O trio seria substituído mais tarde por Pikachu em Pokémon Yellow. Mas não pense que eles ficaram de fora da série desde então.

Squirtle, Bulbasaur e Charmander
Squirtle, Bulbasaur e Charmander

Em Pokémon FireRed e LeafGreen, remakes de Red e Blue, os monstrinhos de grama, água e fogo poderiam ser novamente selecionados, assim como em Pokémon HeartGold e Soulsilver após derrotar Red e em Pokémon X e Y, um pouco após o início do jogo. Eles apareceriam ainda em diversos outros jogos como Pokémon Stadium, Hey you, Pikachu!, Pokémon Snap, Pokémon Mystery Dungeon entre outros. Na série Super Smash Bros, a partir de Brawl, o personagem Pokémon Trainer se junta ao time de lutadores e tem à sua disposição Squirtle, Ivysaur (evolução de Bulbasaur) e Charizard (evoulução de Charmeleon, que por sua vez é a evoulação de Charmander), podendo alternar entre os três durante a batalha. No entanto, o que pode ser uma grande vantagem na luta pode ser também um ponto fraco: os pokémons devem ser trocados constantemente, uma vez que após dois minutos sua stamina diminui e seus golpes se tornam menos poderosos.

Pokémon Trainer em Super Smash Bros Brawl
Pokémon Trainer em Super Smash Bros Brawl

Se você ainda não desistiu do sonho de ser um treinador pokémon no mundo real, não perca a chance de pegar todos eles lá na loja Player 2! Compre o seu preferido: Bulbasaur, Charmander ou Squirtle e enfeite sua casa esses incríveis ímãs! Ou se você já se cansou de ter que escolher entre os três, por que não todos? Afinal, temos que pegar, isso eu sei…

Pokémon

Fonte: <http://bulbapedia.bulbagarden.net/wiki/Main_Page&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/Bulbasaur&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/Squirtle&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/Charmander&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/Pok%C3%A9mon_Red_and_Blue&gt;

<http://supersmashbros.wikia.com/wiki/Pok%C3%A9mon_Trainer_(SSBB)&gt;

Games e HQs

Watchmen: The End is Nigh

Por: João Victor

Temos vivido uma época bastante farta no que diz respeito a adaptações de HQs para o cinema. Um exemplo clássico é o universo cinematográfico da Marvel, que não só inclui filmes como também séries de TV e Streaming. A Casa das Ideias vem, desde 2008, criando um universo cinematográfico coeso que pretende culminar na adaptação de um de seus maiores arcos de histórias nas HQs, a Guerra Civil, que, nos games, já foi adaptada em Marvel Ultimate Alliance 2 (2009).

Ultimate Alliance 2

Com as adaptações para as telas fazendo tanto sucesso, não demoraria para a indústria dos games perceber que os super heróis dos quadrinhos poderiam voltar a ser ótimos personagens para jogos, afinal quem não saiu do cinema querendo saltar pelos telhados de Gotham com seu Tumbler?

A indústria dos jogos digitais já havia tentado criar games baseados em HQs. Na década de 1990, a Blizzard lançou um beat ‘em up cujo protagonista era o Homem de Aço, intitulado “The Death and Return of Superman”, lançado para Super Nintendo (1994) e Mega Drive (1995). Nessa mesma época, os fliperamas estavam repletos de jogos inspirados nos quadrinhos, como Teenage Mutant Ninja Turtles (1989), X-Men Children of The Atom (1994), Marvel Super Heroes (1995) dentre muitos outros.

The Death and Return of Superman (1994)
Screenshot de The Death and Return of Superman (1994)

Com popularização deste universo, vimos o surgimento de grandes jogos baseados nos quadrinhos e em seus heróis, como a série Batman: Arkham (2009 a 2013), o Mortal Kombat vs.DC Universe (2008), o Injustice: Gods Among Us (2013), talvez as adaptações mais conhecidas e aceitas pelo público em geral.

Porém, não é só de grandes franquias que a indústria das HQs e dos videogames é feita. Também há espaço para histórias ambientadas em universos menos grandiosos, onde os super heróis, em sua maioria, são pessoas comuns que se cansaram de ficar de braços cruzados diante de um mundo cheio de injustiça e resolveram enfrentá-la. Neste espaço surge, pela mente de Alan Moore e pelas mãos de Dave Gibbons, o grupo de vigilantes conhecidos como Watchmen.

Watchmen
Watchmen: os vigilantes de Alan Moore e Dave Gibbons

A lendária HQ de 1986, considerada por muitos uma obra prima, vai muito além de uma historia sobre vigilantes mascarados. Trata-se, na verdade, de uma crônica ficcional sobre como a sociedade reagiria caso a injustiça e a violência fossem combatidas de forma não autorizada e, por vezes, violenta e exagerada, por pessoas comuns. Também é considerado o o impacto disso nas mais diversas esferas da sociedade. A obra mostra uma realidade em que as pessoas se sentem menos seguras com os vigilantes à solta, uma vez que eles se julgam acima da lei e do bem e do mal. É neste contexto que surge a célebre frase “Who watches the watchmen?” (“Quem vigia os vigilantes?” – tradução livre).

Who Watches the Watchmen
Quem vigia os vigilantes?

E é justamente este clima que é retratado na adaptação para o game Watchmen: The End Is Nigh (2009), lançado juntamente com a estreia da versão cinematográfica, para a qual o jogo é uma especie de prelúdio. Fiel à realidade apresentada na graphic novel, no jogo os personagens tem de enfrentar tanto capangas do crime organizado e membros de gangues quanto policiais que querem prendê-los por serem vigilantes. Vale lembrar que jogo e filme estão recheados do clima violento presente no enredo original.

Watchmen: The End is Nigh
Publicidade de Watchmen: The End is Nigh

Uma vez que o jogo foi desenvolvido para promover o lançamento do filme ele não se apresenta como uma grande produção da indústria dos games, mas é um beat ‘em up com gráficos bonitos e uma jogabilidade agressiva e divertida (embora um pouco repetitiva). O jogo ébastante fiel à obra original no que diz respeito ao clima, aos personagens e à estética, inclusive utilizando elementos dos quadrinhos para as cutscenes.

Trailer de Watchmen: The End is Nigh

Se você também é fã de Watchmen e de jogos não deixe de conferir os produtos da linha “Who controls the controllers” e os demais produtos na loja Player 2!

Who Controls the Controllers.Se quiser conhecer mais sobre Watchmen e sobre suas adaptações assista a análise feita pelo Zangado em seu canal no Youtube:

 

Quem é Zelda afinal?

Zelda

Por: Isabel Gomes.

Não, não é aquele jovem de túnica e capuz verdes que luta com uma espada (esse é o Link, o personagem jogável da série). Zelda nem sempre é a mesma pessoa. Mas então quem é esse personagem que emprestou seu nome aos jogos?

Na verdade, Zelda – ou princesa Zelda, como é mais conhecida – é o nome de várias mulheres membros da família real de Hyrule que sempre desempenham um papel crucial na história dessa terra fictícia. Assim como existem diversos Links, também existem diversas Zeldas ao longo da série. Ela é sempre retratada como uma governante benevolente e sábia (apesar de sua juventude) e nutre um profundo amor por seus súditos. Cada princesa é escolhida pelo destino para ser a guardiã da Triforce da Sabedoria, sendo essa a principal razão de seu nome aparecer em todos os títulos da franquia.

Zelda
As várias faces da princesa

A primeira aparição da soberana é no game The Legend of Zelda, onde é raptada por Ganon – maior antagonista da série – após dividir a Triforce da Sabedoria e esconder seus pedaços por toda Hyrule. Ela retornaria em todos os games seguintes, sempre com um papel de destaque, com exceção de Link’s Awakening e Majora’s Mask. Além disso, também marcou presença na série Super Smash Bros e, mais recentemente, em Hyrule Warriors.

Mas quem pensa que a princesa deu o ar da graça apenas nos games está muito enganado. O infame desenho animado The Legendo of Zelda foi lançado em 1989, nos Estados Unidos e contava as aventuras de Link e Zelda ao tentar defender o reino de Hyrule do malvado feiticeiro Ganon. A guardiã da Triforce da Sabedoria é retratada como uma mulher guerreira, de temperamento explosivo e muito habilidosa com arco e flecha. Nos episódios, Link está sempre implorando por um beijo da jovem, o que nunca acontece apesar do óbvio romance entre os dois. O desenho foi ao ar no programa The Super Mario Bros. Super Show, mas foi cancelado ainda no mesmo ano. O DVD da série recebeu nota 3.0 da IGN devido ao pobre roteiro, enredo repetitivo e atuações exageradas. Mas ao menos um legado foi deixado pela animação. O bordão “Well excuuuuuse me, Princess!” repetido 29 vezes por Link ao longo dos apena 13 episódios do desenho se popularizou entre os fãs da franquia e virou piada!

Primeiro episódio do desenho

Conclusão: Zelda é sempre mulher e princesa. E existem várias versões dela. Por que não ter então uma versão ímã desta personagem mítica de Hyrule em sua casa? Linda, decorativa e escolhida pelo destino especialmente para você! Passe lá na loja Player 2 e garanta a sua! E não deixe de conferir também a seção de acessórios com pingentes e brincos da Triforce!

joiastriforce

Fonte: <http://zeldawiki.org/Princess_Zelda&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/Princess_Zelda&gt;

<http://en.wikipedia.org/wiki/The_Legend_of_Zelda_(1989_TV_series)&gt;

Dica de livro – 1001 Videogames para Jogar Antes de Morrer

1001 Video Games para jogar antes de morrer

Por: Juliana Ribeiro.

Da série 1001 coisas que devemos fazer antes de morrer, foi lançado em 2013, a versão em português do 1001 Videogames para Jogar Antes de Morrer.

1001 Video Games para jogar antes de morrer

Os escritores são jornalistas, gamers, desenvolvedores, roteiristas, todos envolvidos com os games há um bom tempo. O livro traz uma relação cronológica dos jogos que marcaram as décadas de 70, 80, 90, os anos 2000 e 2010. Claro que você pode sentir falta de um ou outro jogo que ache mais importante mas de qualquer forma é um livro muito gostoso de folhear e ler em horas em que não há nada para se fazer.

Todos os jogos são catalogados com o ano de lançamento, a(s) plataforma(s) para qual existem, o nome dos desenvolvedores e o gênero. O melhor de tudo é que não é preciso fazer uma leitura linear, ou seja, pegar da primeira página e ir em sequencia até a última. Dá para abrir uma página no meio do livro e ler sobre o game que está lá ou escolher games específicos pelo índice. Os textos são curtinhos, não muito profundos e muitas vezes trazem algumas curiosidades sobre os jogos.

Com certeza é uma leitura divertida!